Autoconhecimento

Piscinas Rasas

Quero começar esse texto com a frase que inspirou esse artigo: “Piscinas rasas não servem para mergulhos profundos.” (Cleonio Dourado). Dessa frase podemos tirar várias reflexões, mas hoje quero falar sobre nossos investimentos afetivos, nossos objetos de amor. Todos nós elegemos muitos objetos de amor ao longo da vida. O primeiro de quase todos é a mãe, mas podemos investir nosso afeto nos estudos, no trabalho, nas viagens, no dinheiro, nos parceiros, nos filhos. Dependendo do momento de vida investimos mais em um do que em outro. A questão é o quanto esses objetos de amor podem comportar de nosso investimento? Daí vem a ideia da profundidade da piscina que mergulhamos.

Maternando Sonhos (Para homens e mulheres)

Desde que tive meu filho algumas palavras ganharam um novo sentido em minha vida, algumas que nunca usei até então, passaram a ser tornar frequentes ou mesmo adaptadas a outras coisas. Talvez se não conhecesse esse universo da maternidade não usaria a palavra “maternar”, mas percebo que já o fazia há muito tempo em minha vida, mesmo não sendo mãe. Por isso o texto hoje não é específico para mulheres, sim para todos aqueles que tem sonhos e projetos a realizar.

Quando o muito ainda é pouco!

Esses dias ouvindo uma canção parei para pensar na letra. Como muitas canções a letra falava de amor, amor romântico e aquela velha situação de quando temos tudo ao nosso lado e não enxergamos. 

 

“Quando muito ainda é pouco

Você quer infantil e louco

Um sol acima do sol

Mas quando sempre

É sempre nunca

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